domingo, 7 de dezembro de 2008
Meteoro de 10 toneladas cai na terra
Pela oitava vez nesse ano um meteoro se choca contra a atmosfera. Esse meteoro pesando 10 toneladas, caiu sobre o céu de Alberta no Canadá, o evento foi observado por milhares de pessoas e ocorreu as 5h e 25m do dia 20 de novembro desde ano.
Estimativas mostram que a bola de fogo surgiu quando o asteróide estava a 80 km acima da divisa entre Lloydminster e Alberta/Saskatchewan, quando se fragmentou em uma série de explosões. De acordo com Peter Brown, pesquisador em física meteórica da universidade de Western Ontario, o objeto penetrou a atmosfera em um ângulo íngreme de 60 graus e foi observado durante cinco segundos, entre às 17:26:40 até 17:26:45. A maior explosão foi ouvida às 17:26:44.
Segundo Hildebrand Paris, pesquisador-chefe em ciências planetárias da universidade de Calgary, o clarão da bola de fogo atingiu o equivalente ao brilho produzido por lâmpadas de um bilhão de Watts e iluminou milhares de quilômetros quadrados em todas as direções, transformando a noite em dia.
Assista o video:
Earthsim é um programa que traz um modelo virtual do espaço totalmente em três dimensões para que você possa viajar para os confins mais distantes da órbita terrestre.
Será uma viagem impressionante e bastante interessante para quem sempre sonhou em ver a Terra vista por cima. E, adicionalmente, você ainda poderá ver toda a vizinhança do nosso planeta, incluindo a pequena Lua. O cenário apresenta todas as simulações de iluminação e de tridimensionalidade do espaço, dando uma impressão realista do ambiente e propiciando uma experiência bastante curiosa, especialmente para aqueles usuários que gostam de observar a vida por outros ângulos.
E, além de você poder visualizar o nosso planeta de acordo com os mais variados ângulos, ainda será possível ativar o modo de cidades, que possibilita identificar as principais cidades do mundo através de ícones no modelo tridimensional da Terra.
Será uma viagem impressionante e bastante interessante para quem sempre sonhou em ver a Terra vista por cima. E, adicionalmente, você ainda poderá ver toda a vizinhança do nosso planeta, incluindo a pequena Lua. O cenário apresenta todas as simulações de iluminação e de tridimensionalidade do espaço, dando uma impressão realista do ambiente e propiciando uma experiência bastante curiosa, especialmente para aqueles usuários que gostam de observar a vida por outros ângulos.
E, além de você poder visualizar o nosso planeta de acordo com os mais variados ângulos, ainda será possível ativar o modo de cidades, que possibilita identificar as principais cidades do mundo através de ícones no modelo tridimensional da Terra.
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O céu é o infinito a ser apreciado, dá até para impressionar aquela pessoa especial mostrando os seus conhecimentos sobre astronomia. Se você quer se aprofundar no assunto ou mesmo não tem o menor conhecimento astronômico, mas procura um bom entretenimento, está na hora de conhecer o Home Planet, um primoroso programa de astronomia que foi desenvolvido por uma universidade Suíça.
O Home Planet mostra com precisão o céu sobre a pessoa que o utiliza, basta selecionar a localidade ou informar a latitude e a longitude do local. O programa contém informações detalhadas sobre cerca de 2000 estrelas, planetas, cometas e para acessá- las basta clicar sobre o objeto desejado que tudo será visto com detalhes. Para completar, você pode ver em tempo real,como está iluminada a superfície terrestre e acompanhar o movimento da lua ao redor do planeta.
É provavelmente a mais completa enciclopédia de astronomia e é grátis.
para baixar clique aqui
WorldWide Telescope 2.2.31.1
programa foi criado com o Visual Experience Engine, o qual permite visualização em alta definição do céu noturno, planetas e outros tipos de imagem. É possível aplicar uma vasta gama de efeitos, como visão raio-x, zoom, crossfade, etc. Imagine a imagem que deve ser uma supernova que explodiu há mil anos.
Altere para a visualização Hydrogen Alpha para visualizar a distribuição e iluminação de estruturas primordiais de nuvens de hidrogênio. Selecione diferentes pontos de vista: da Lua, dos planetas do sistema solar; visualize astros em suas posições precisas no passado, presente e futuro.
Todo o conteúdo do WorldWide Telescope, entre imagens e informações, passa com folga a barreira dos terabytes. A interface do programa pode ser explorada por crianças, tamanha a facilidade que ela oferece.
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Altere para a visualização Hydrogen Alpha para visualizar a distribuição e iluminação de estruturas primordiais de nuvens de hidrogênio. Selecione diferentes pontos de vista: da Lua, dos planetas do sistema solar; visualize astros em suas posições precisas no passado, presente e futuro.
Todo o conteúdo do WorldWide Telescope, entre imagens e informações, passa com folga a barreira dos terabytes. A interface do programa pode ser explorada por crianças, tamanha a facilidade que ela oferece.
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Stellarium 0.9.1
* Mais de 600,000 estrelas do catálogo no catálogo padrão com informações adicionais.
* Projeção Fish-eye de 180º para cúpula de Planetário.
* Interface Multilinguagem ( Português incluído).
* Cria imagens renderizadas do céu com qualidade fotográfica, em três dimensões. Também são mostradas paisagens de solo e efeitos atmosféricos.
* Alimentado com as coordenadas geográficas de uma localidade (latitude e longitude), o programa mostra o céu em uma data e hora especificadas (dia ou noite), em um ângulo de visão qualquer e com diferentes graus de aproximação (zoom).
* São mostradas todas as estrelas, constelações, planetas, nebulosas, sol e lua, em suas precisas e reais posições.
* É possível observar eclipses do sol e da lua fornecendo a data e hora do fenômeno, juntamente com as coordenadas geográficas de uma localidade onde o eclipse pôde (ou poderá) ser observado.
* Utiliza OpenGL.
* É multi-plataforma. Tem versões disponíveis para Windows, GNU/Linux, Mac OS, e *BSDs.
Para baixa clique aqui
Sistema parecido com o solar é encontrado
Cientistas britânicos descobriram um sistema planetário muito semelhante ao solar, orbitando uma estrela da metade do tamanho do Sol. O sistema, em torno da estrela OGLE-2006-BLG-109L, é mais compacto que o nosso e está a uma distância de cinco mil anos-luz."É como uma versão em menor escala do nosso sistema solar", disse o astrônomo Martin Dominik, da Universidade St Andrews. "Encontramos um sistema com dois planetas com papel semelhante ao que Júpiter e Saturno desempenham no sistema solar. A estrela em torno do qual eles orbitam tem metade da massa do Sol, e eles orbitam à metade da distância que Júpiter e Saturno mantêm do Sol."
Segundo o pesquisador, a descoberta sugere que sistemas planetários como o nosso são mais comuns do que se imagina.< "Eles podem ter se formado de maneira semelhante ao que ocorreu em nosso sistema solar. Se for o caso, nosso sistema solar pode não ser o único no Universo. Deve haver outros sistemas similares abrigando planetas como a Terra."
Novas descobertas
Embora quase 300 planetas extra-solares já tenham sido identificados, os astrônomos nunca conseguiram encontrar sistemas planetários semelhantes ao solar. Pelo que se sabe, apenas 10% dos sistemas até agora descobertos abrigam mais de um planeta, disse Dominik.
Entretanto, a uma platéia presente no encontro nacional da Royal Astronomical Society, em Belfast, o astrônomo disse que os cientistas estão próximos de encontrar sistemas semelhantes ao solar.
Segundo ele, a técnica tradicionalmente aplicada para identificar planetas tende a detectar grandes planetas de gás orbitando a uma curta distância de suas estrelas-mãe. Os planetas em torno da OGLE foram identificados através de uma nova técnica, que utiliza lentes gravitacionais.
Dominik disse que os avanços tecnológicos devem fazer com que "em breve" novos sistemas planetários sejam descobertos. O objetivo dos cientistas, ele acrescentou, é encontrar corpos como a Terra ou Marte.
Mas ele afirmou que dificilmente esse tipo de descoberta será feita na órbita da OGLE-2006-BLG-109L, porque o sistema está muito distante para permitir a observação de planetas do tamanho do nosso.
BBC Brasil
Segundo o pesquisador, a descoberta sugere que sistemas planetários como o nosso são mais comuns do que se imagina.< "Eles podem ter se formado de maneira semelhante ao que ocorreu em nosso sistema solar. Se for o caso, nosso sistema solar pode não ser o único no Universo. Deve haver outros sistemas similares abrigando planetas como a Terra."
Novas descobertas
Embora quase 300 planetas extra-solares já tenham sido identificados, os astrônomos nunca conseguiram encontrar sistemas planetários semelhantes ao solar. Pelo que se sabe, apenas 10% dos sistemas até agora descobertos abrigam mais de um planeta, disse Dominik.
Entretanto, a uma platéia presente no encontro nacional da Royal Astronomical Society, em Belfast, o astrônomo disse que os cientistas estão próximos de encontrar sistemas semelhantes ao solar.
Segundo ele, a técnica tradicionalmente aplicada para identificar planetas tende a detectar grandes planetas de gás orbitando a uma curta distância de suas estrelas-mãe. Os planetas em torno da OGLE foram identificados através de uma nova técnica, que utiliza lentes gravitacionais.
Dominik disse que os avanços tecnológicos devem fazer com que "em breve" novos sistemas planetários sejam descobertos. O objetivo dos cientistas, ele acrescentou, é encontrar corpos como a Terra ou Marte.
Mas ele afirmou que dificilmente esse tipo de descoberta será feita na órbita da OGLE-2006-BLG-109L, porque o sistema está muito distante para permitir a observação de planetas do tamanho do nosso.
BBC Brasil
Divisões da Astronomia
Astrofísica: É a Física aplicada na astronomia (teorias físicas).
Ciência planetária: Estuda os planetas.
Cosmologia: Estuda a origem dos astros.
Astrometria: Mede as posições dos objetos no céu e suas mudanças. É necessária para definir o sistema de coordenadas usado e a cinemática de cosmos objetos em nossa galáxia.
Cosmologia Observacional: Estudo do universo como um todo e sua evolução.
Astronomia galáctica: Estudo da estrutura e componentes de nossa galáxia, seja através de dados relativos a objetos de nossa galáxia, seja através do estudo de galáxias próximas, que podem ser observadas em detalhe e que podem ser usadas para comparação com a nossa.
Astronomia extragaláctica: Estudo de objetos (principalmente galáxias) fora de nossa galáxia.
Formação e evolução de galáxias: Estudo da formação das galáxias e sua evolução ao estado atual observado.
Formação de estrelas: Estudo das condições e dos processos que conduziram à formação das estrelas no interior de nuvens do gás, e o próprio processo da formação.
Evolução estelar: Estudo da evolução das estrelas, de sua formação a seu fim como um remanescente estelar.
Astronomia estelar: Estudo das estrelas, em geral.
Astrofísica solar: Estudo de fenômenos físicos que ocorrem no Sol, como explosões, ejeções de massa, entre outras.
Formação estelar: Estudo das condições e processos que levam à formação de estrelas no interior de nuvens de gás.
Planetologia: Estudo dos planetas do Sistema Solar e exoplanetas.
Astrobiologia: Estudo do advento e manutenção de sistemas biológicos no Universo.
Arqueoastronomia: Estudo dos registros de fenômenos astronômicos em sítios arqueológicos e do conhecimento astronômico de povos extintos.
Astroquímica: Estudos de fenômenos e reações químicas ocorrentes no espaço.
Uranografia: Estudos das constelações e asterismos. Nome atual de Uranometria.
Astrologia Influência da posição dos astros nos fenômenos climáticos e comportamento dos seres vivos.
Ciência planetária: Estuda os planetas.
Cosmologia: Estuda a origem dos astros.
Astrometria: Mede as posições dos objetos no céu e suas mudanças. É necessária para definir o sistema de coordenadas usado e a cinemática de cosmos objetos em nossa galáxia.
Cosmologia Observacional: Estudo do universo como um todo e sua evolução.
Astronomia galáctica: Estudo da estrutura e componentes de nossa galáxia, seja através de dados relativos a objetos de nossa galáxia, seja através do estudo de galáxias próximas, que podem ser observadas em detalhe e que podem ser usadas para comparação com a nossa.
Astronomia extragaláctica: Estudo de objetos (principalmente galáxias) fora de nossa galáxia.
Formação e evolução de galáxias: Estudo da formação das galáxias e sua evolução ao estado atual observado.
Formação de estrelas: Estudo das condições e dos processos que conduziram à formação das estrelas no interior de nuvens do gás, e o próprio processo da formação.
Evolução estelar: Estudo da evolução das estrelas, de sua formação a seu fim como um remanescente estelar.
Astronomia estelar: Estudo das estrelas, em geral.
Astrofísica solar: Estudo de fenômenos físicos que ocorrem no Sol, como explosões, ejeções de massa, entre outras.
Formação estelar: Estudo das condições e processos que levam à formação de estrelas no interior de nuvens de gás.
Planetologia: Estudo dos planetas do Sistema Solar e exoplanetas.
Astrobiologia: Estudo do advento e manutenção de sistemas biológicos no Universo.
Arqueoastronomia: Estudo dos registros de fenômenos astronômicos em sítios arqueológicos e do conhecimento astronômico de povos extintos.
Astroquímica: Estudos de fenômenos e reações químicas ocorrentes no espaço.
Uranografia: Estudos das constelações e asterismos. Nome atual de Uranometria.
Astrologia Influência da posição dos astros nos fenômenos climáticos e comportamento dos seres vivos.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
O Inicio

A Astonomia pode ser considerada a ciência natural mais antiga, seu uso precede desde os primordios da humanidade. Os astros que os antigos acreditavam ser deuses, ja vinham sendo abservados há anos.
Esta nobre ciência de berço tão antigo tem sido admirada e estudada pelos os povos mais antigos da historia (Mesopotamicos, egipcios e gregos), eles usaram seus conhecimentos com os astros para a agricultura, além dos seus ritos sagrados. Com o uso do nosso grande astro, o sol, aprenderam a marcar o tempo, mais tarde para a navegação.
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